5/14/2010

Minas Gerais presente na Reunião Ordinária da Cosalfa
Encontro vai traçar estratégias para combater febre aftosa no hemisfério sul



O médico veterinário Altino Rodrigues Neto, diretor-geral do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), representando o estado de Minas Gerais, participa como convidado especial da 37ª Reunião Ordinária da Comissão Sul-Americana para a Luta contra a Febre Aftosa (Cosalfa), na cidade de Georgetown, Guiana, nos dias 11 e 12 de maio.

A Cosalfa está sendo organizada sob a liderança do Centro Pan-Americano de Febre Aftosa (Panaftosa), da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (Opas-OMS) juntamente com o Ministério da Agricultura da Guiana.

O objetivo das reuniões, cinco no total, é consolidar a fase final da erradicação da febre aftosa no hemisfério sul. Os encontros contam com representantes dos serviços veterinários oficiais, das organizações de produtores agropecuários dos países da América do Sul, da indústria de transformação animal, da indústria farmacêutica veterinária, dos laboratórios de diagnósticos, centros de Ensino Superior e agências de cooperação técnica e financeira internacionais.

Para Rodrigues Neto, a Cosalfa atua como mecanismo de coordenação regional para promover linhas de ação, avaliando as atividades desenvolvidas regionalmente para o controle e erradicação da doença no continente sul-americano.

Dessa maneira, afirma ele, “a reunião da Guiana adquire especial importância, devido à necessidade de discutir as diretrizes estratégicas do Plano Hemisférico de Erradicação da Febre Aftosa (Phefa). Criado por iniciativa dos países das Américas, o Plano surgiu em 1988, a partir da conscientização dos prejuízos causados pela doença nos rebanhos locais. Ele inclui a formulação e execução de planos sub-regionais de erradicação, sua operacionalização e o fortalecimento das unidades locais de vigilância e a incorporação dos produtores rurais em todas as fases do programa”.

Mais vigilância

Agora mesmo, diz Rodrigues Neto, no final de abril, “a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) pediu uma mais vigilância internacional com relação à febre aftosa, após os recentes focos da doença registrados no Japão e na Coréia do Sul”

“Membros da FAO estão preocupados porque as rigorosas medidas não foram eficientes, o que aponta um nível de infecção em grande escala nas áreas de origem da doença, muito provavelmente no Extremo Oriente”.

Segundo o Chefe do Serviço Veterinário da FAO, Juan Lubroth, ainda não foram identificadas as rotas que seguiu o vírus, mas os analistas afirmam que é possível que a infecção se originasse na cadeia alimentícia. “Nessas circunstâncias, devemos considerar que todos os países estão em perigo, e seria bom revisar as medidas preventivas e a capacidade de respostas”, advertiu Lubroth.

O fortalecimento da segurança provavelmente incluirá uma nova análise das possíveis rotas de entrada e medidas para intensificar o controle da doença, um aumento da sensibilização sobre a febre aftosa para ajudar a informar dos casos de forma adiantada. Além disso, um controle mais rigoroso em portos e aeroportos, além das fronteiras secas, características regionais dos países sul-americanos.

2 comentários:

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S.R.S